terça-feira, 19 de outubro de 2010

5" Maratona ATV55 - Torres Vedras 19-09-2010

Dados do meu CicloSport:
Distância: 63.86km
Vel. Max: 61.80km/h
Acumulado: 1245m
BPM: 179 avg / 192 max

Após uma grande luta interior decidi não fazer as 24h do Jamor. Foi uma decisão que me custou muito mas este ano esta foi a melhor opção para mim uma vez que sei bem o que custa a recuperação de uma prova deste género.
Como havia algum pessoal amigo a deslocar-se a T.Vedras e até é pertinho de casa optei por fazer esta prova para não ficar parado.
No local da partida estava montado um centro de exposições com várias marcas associadas ao BTT, bicicletas, acessórios e suplementos.
Cheguei ao local cedo uma vez que ainda teria de efectuar a minha inscrição. Após ler o rescaldo do ano passado deste evento deu para perceber que a partida sofreu um atraso devido às inúmeras inscrições que foram efectuadas no dia o que viria novamente a acontecer novamente este ano.
Deu-se a partida percorrendo cerca de 4km pelas estradas de Torres Vedras até se dar a entrada nos trilhos de terra. Ainda estávamos no começo e as pernas já acusavam o cansaço, muito por culpa do pessoal da roda fina do Friday's Night LOL
Desta vez e após me ter faltado o combustível em Óbidos precavi-me e levei energia extra. Não me faltou energia mas faltaram-me as pernas...mesmo assim e após a divisão apenas fui superado por um atleta por volta do km 50 altura em que comecei a ter que gerir o esforço porque as cãimbras já estavam a aparecer.

O essencial desta prova foi (finalmente) testar a montagem das rodas em Tubeless. Os pneus escolhidos foram o Maxxis Ignitor 2.10 (Kevlar) e o Spz Fast Trak 2.0 sbliss. Fiquei fã. Comecei a pedalar com um certo receio porque ainda não tinha experimentado esta montagem nos trilhos e os primeiros kms da prova deixaram-me nervoso. Com o passar dos kms fui-me adaptando e sempre com o pensamento de que isto não é nada de novo, fui largando os travões LOL
Notei essencialmente a descer e a curvar que a aderência é muito superior do que quando rolo com pneu/câmara/líquido mesmo com a pressão ainda elevada (3.5bar)

Ficam os meus agradecimento ao António Vaqueirinho pela ajuda nesta conversão.
O site
As Classificacoes

Um abraço
Rui Luz

5" Maratona de Obidos/Sodicentro 12-09-2010

Classificações, fotos e outras informações aqui

Foi a minha 1ª participação neste evento que já conta com 5 edições. Sabia que era um percurso demasiado rolante para meu gosto e com alguma areia pelo que equipei e minha Lady com um pneu um pouco mais largo que o habitual na roda de trás, o Spz Fast Trak SLK 2.0 2bliss.
Depois dos preparativos iniciais encaminhei-me para o controlo zero com o amigo Paulo Carneiro que foi representar os Kotas & Companhia na meia-maratona. Novamente encontrei várias caras conhecidas de outros passeios o que já vem sendo habitual.

A partida foi dada à hora prevista e como sempre optei por partir forte (dentro das minhas capacidades) para evitar os congestionamentos à entrada dos trilhos. Mantive o meu ritmo e sempre que pude partilhei a roda com outros participantes.
O ritmo era muito alto e só após a separação dos percursos quando começou a "arritmia" é que deu para estabilizar um pouco o andamento. Aqui conseguimos juntar um grupo de 4 e o entendimento foi muito bom. A união foi no sentido de progredirmos com o menor esforço possível e impedir a aproximação de adversários.
Se a primeira parte do percurso foi pouco interessante em termos de dificuldade a 2ª metade do percurso já foi mais viva, mais técnica e dura com um single-track que me fez recordar o Raid de Minde onde ainda deu para a Lady dar uma cambalhota LOL
A cerca de 10km do final comecei a sentir que estava a quebrar e não consegui acompanhar o mais forte de nós 4 que facilmente foi descolando do grupo. Sem mais nada para comer e tendo deixado todos os postos de abastecimento para trás sem me ter prevenido fui-me "arrastando" até à meta tendo conseguido mesmo assim ganhar mais uma posição na famosa subida do Castelo.

A Altimetria dos 80km
Um abraço
Rui Luz

Triumviratum/Rota das Cidades Históricas 04-09-2010

A história tem inicio aqui...decorrido mais de um ano finalmente nos aventuramos a concluir o desafio das Cidades Históricas.
Foi praticamente uma Ultramaratona com momentos de puro BTT.
A brincadeira teve inicio em Torres Novas e contamos com a companhia de mais uma dupla que uma semana após ter feito os Caminhos Franceses de Santiago também se propuseram a fazer este desafio.
Partimos juntos. Eu o Miguel o Carlos e o Fernando. O ritmo inicial foi muito calmo e desde cedo o Carlos e o Fernando nos incentivaram a seguir ao nosso ritmo...julgaram-nos pela aparência LOL ainda há quem pense que "Nós" não sabemos andar devagar ehehehe

A orientação foi feita por GPS e aqui todos tinham a mesma experiência...fraquinha! Perdemo-nos algumas vezes mas com a calma necessária voltamos sempre a encontrar o caminho correcto.
Percorridos alguns kms o Paulo Mourão um dos mentores do desafio juntou-se a nós para nos acompanhar durante parte do percurso, aproximadamente até ao km65.
Fomos sempre em ritmo de passeio até à hora do almoço, altura em que nos deparamos com a maior subida do percurso. Aqui eu e o Miguel ganhamos alguma distância para o Carlos e o Fernando que vinha com algumas dificuldades muito por culpa de uma folga no cepo da roda que não permitia pedalar à vontade. Esperámos, agrupamos e fomos almoçar. Sopa, bifanas no pão , bitoque, etc...
Após o almoço chegara a altura de nos despedirmos da outra dupla. Estava a ficar tarde (14h) e ainda estávamos a meio do percurso pelo que tivemos que aumentar um pouco o ritmo. Até Leiria ainda nos "cruzamos" várias vezes com o Fernando e o Carlos e só a partir daqui, quando o percurso voltou a inclinar é que os perdemos de vista.
Fernando, Carlos, Miguel e Rui
Em Tomar paramos para tomar um pequeno almoço reforçado.
O Aqueduto de Pegões
Pouco aconselhável para quem tenha vertigens, asseguro que a vista é maravilhosa.
O Paulo Mourão
O porquê da depilação!!! Não agarra nada...

Em Leiria foi altura para mais uma paragem onde repusemos algumas energias com Coca-Cola e umas queijadas. Não havia muito por onde escolher e logo decidimos que teríamos que fazer uma nova paragem para abastecer de algo mais sólido.
LA primeira e única "avaria" após uma descida a alta velocidade...um snake bite. Por esta altura estavamos a percorrer os trilhos do PNSAC - Parque Nacional das Serras de Aires e Candeeiros onde a pedra é a característica principal dos trilhos. A dificuldade aqui é média/alta e após 120kms percorridos ainda nos sentimos com forças para cumprir os ultimos 36km do track em menos de 1h45 (furo incluído). Tentámos chegar a T.Novas antes das 19h (12h de percurso) mas não conseguimos, chegamos às 19h04 LOLOLOL Frustração? Não, nem por isso! Fica para a próxima, e a sério ehehehe
eA embalagem de tiras de milho é frequente nestas "tiradas". Não consigo passar sem aquele sal.
À chegada tivemos direito a uma calorosa recepção. Ouvi dizer que as moças ainda estão por lá...

O percurso deste passeio é muito agradável e acessível a todos os tipos de andamento. Não tem zonas de dificuldade extrema, claro que depende sempre do ritmo/velocidade imposto. Existem vários locais onde se pode parar para abastecer sendo apenas necessário carregar o indispensável para as voltinhas diárias/fim de semana.
Quero agradecer a disponibilidade do Paulo Mourão em acompanhar-nos enquanto lhe foi possível e a companhia do Carlos e do Fernando.

Um abraço
Rui Luz

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Passeio Arruda-Atlantico-Arruda guiado por GPS em 26-09-2010












Para este domingo propus-me a mais um desafio, passeio de BTT guiado por GPS, local da partida e da chegada na Arruda dos Vinhos.
Saida de Lisboa às 7.30h e chegada à Arruda antes das 8.30h com tempo para preparar-mos o material e as nossas bikes para esta aventura. Partida sensivelmente pouco depois das 9.00h e até estavam presentes um bom numero de pedalantes, num evento não organizado, ou seja sem inscrição e em autonomia para cada participante e, percurso este que se denominava Arruda-Atlantico, mas também se poderia chamar a "Rota dos Moinhos", tantos foram os moinhos por onde passámos junto. Partida e lá começamos as nossas pedaladas, e desde o incio começaram logo a formar-se vários grupos.
Percurso este que se pode dividir em 4 etapas, sendo a primeira entre a Arruda e Torres Vedras, onde seria nesta fase de ida que apanhamos mais subidas entre estradões e singles muito bonitos, alguns a exigir mais atenção que o normal, também foi nesta altura que se espalhavam ao longo do percurso vários grupos de betetistas e neste caso o grupo onde estava era formado por 6 elementos.
Na 2ª etapa, entre Torres Vedras e Santa Cruz, sem problemas de maior no que toca a dificuldades, pois na sua maioria foi efectuado por estradões, denominados por Ecopistas, mas foi aqui que efectuamos 2 paragens por motivos técnicos com a bike do Hirminio, a primeira para afinar o travão traseiro e a 2ª com a corrente partida.
Chegados a Santa Cruz fomos em busca das bifanas que tanto foram faladas ao nos aproximar-mos desta zona balnear.
Reabastecidos e regressamos às pedaladas, agora de regresso à Arruda dos Vinhos, estávamos nós na 3ª etapa, em direção ao Turcifal fazendo parte da Arriba sobre as praias e novamente na Ecopista.
Chegados ao Turcifal, paragem para novo reabastecimento liquido e entramos na 4ª e ultima etapa em direcção à Arruda dos Vinhos com passagem pelo Sobral de Monte Agraço. Nesta fase foi quando o acumulado voltou a aumentar significativamente.
Já no Sobral de Monte Agraço nova paragem para reabastecimento liquido e prosseguimos até ao nosso ponto de partida e daqui até à Arruda foi rápido mas ao entrar-mos na Arruda mais uma paragem desta vez de emergência por causa das caimbras do nosso guia Rui João, mas passadas estas, prosseguimos e acabamos esta aventura guiada por gps.
Percurso muito bonito com paisagens deslombrantes, ladeado na sua maioria pelas vinhas de região, a ida até Santa Cruz praticamente efectuada quase na sua totalidade por trilhos e estradões com uma pequena e muito insignificante parte em alcatrão, o regresso já teve mais estrada, que não tirou em nada a beleza ao percurso.
Foi excelente dia de BTT, o grupo andou sempre junto, animado e muito bem disposto. Confesso que cada vez gosto mais deste tipo de eventos.
Obrigado aos restantes elementos do grupo que me proporcionaram uma excelente companhia.
Percurso com 106km e 2176mts de acumulado.
Participantes: Eu; Rui João; Paulo Marques; Neves; Carlos Martins e Hirminio
Abraço
José Costa Santos

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Passeio Lisboa ciclável


Domingo 19/9/2010

Passeio Lisboa ciclável

Realizou se no passado domingo um passeio diferente do habitual pois tinha a ver com a semana europeia da mobilidade, o que reuniu cerca de 500 participantes. O nosso grupo fez-se representar com 16 elementos, o que foi gratificante. O passeio foi feito sempre com humildade e sentido de humor por parte do nosso grupo até a queda do Nuno provocou gozo por todos os que viram e o furo na bike do marochas ajudou á festa.

Derivado ao andamento imposto pelos participantes levou a que o nosso grupo se afastasse fazendo o resto do passeio á nossa maneira, o que totalizou no final (aproximadamente) 60km.

Conclusão: estes elementos têm de treinar mais, para poderem participar nestes eventos ahahahah

Nota final: parabéns malta o convívio e a humildade ficou bem demonstrada.

Rui dias

Passeio á adega de “Montemor”

Domingo 12/9/2010

Passeio á adega de “Montemor”

No passado domingo fomos matar saudades do passeio do queijo fresco, mas, para conseguirmos o objectivo tivemos de enfrentar algumas dificuldades: a primeira delas foi o partir da corrente da bike do marochas, o que demorou algum tempo a consertar, valeu-nos o Paulo, pois tinha o necessário para o arranjo. Prosseguimos o passeio por vários locais alternando terra batida com estrada ate ao tojalinho onde paramos para decidir: correio-mor ou subida por vale nogueira; decidimos a segunda opção e lá fomos. Ao chegarmos, a pedalar, vimos um companheiro que nos tinha acompanhado desde a arroja, a dizer que ia em frente direito a Loures pois tinha dores nos joelhos, nós compreendemos.

Continuando, e subindo com o pensamento no queijo fresco a subida fez se rapidamente. Chegados a Caneças, só faltava a subida para Montemor na qual foi feita sem dificuldade. Chegados ao local fomos presenteados com um aniversario que lá havia, no qual como sempre o nosso grupo colaborou cantando os parabéns.

Para repor as energias gastas lá virámos uns jarrinhos com mistura acompanhados de uns queijinhos frescos, presunto e pão.. Tudo uma maravilha!

Regressamos fresquinhos como os queijinhos e com 45km feitos.

Os fresquinhos foram: Rui, Marco, Paulo, Marochas e Zé atum

Ate a próxima

Rui Dias